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Alimentação pode ser direcionada para a saúde dos cabelos. É a chamada nutrição capilar
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Você tem fome de quê? Entenda porque alto consumo de alimentos industrializados prejudicam a saúde

Na correria do dia a dia, sobra cada vez menos tempo para as refeições. A era do fast food e da digestão rápida tem causado efeitos danosos para a saúde. Além da obesidade, diabetes, problemas cardíacos, é cada vez mais comum as pessoas alimentarem a ansiedade. Na pressa, os produtos in natura são substituídos pelos processados e ultraprocessados, com alto grau de sódio, gorduras e doces. “Alimentos industrializados tem muito conservante, corante, farinhas enriquecidas, muito sal e muito açúcar”, afirma a nutricionista Nany Sado. 

 

A especialista cita como exemplo os sucos industrializados. “ O de uva em caixinha tem açúcar demais e isso pode ser ruim para a saúde”, alerta. Escolher alimentos mais saudáveis parece a melhor opção, no entanto, será possível abrir mão dos processados? Segundo Nany Sado, esse tipo de produto não necessariamente é o vilão das dietas. Mas a relação que cada pessoa estabelece com eles. De acordo com ela, é preciso equilíbrio e sabedoria na hora de escolher o tipo de alimento industrializado. 

 

“O paciente precisa entender o que são os rótulos e ter o hábito de ler rótulos. Por exemplo, existem os processados integrais e lights que têm menos açúcar, farinha integral e menos gordura”, explica. A nutricionista explica que nem todas as pessoas conseguem consumir diariamente alimentos naturais, principalmente, quem trabalha fora de casa. Por isso, segundo Sado, é tão importante conhecer o que está consumindo. 

 

“Tenho paciente que passa, por exemplo, o dia inteiro na rua. Ele não tem como levar um alimento in natura porque esse produto vai perder no carro, ou por não ter sido refrigerado. Nesses casos, é possível fazer o uso de alimentos processados, industrializados, mas que sejam  de melhor qualidade, como os integrais”, informa Nany. 

 

Outra dica importante para não engordar e ter saúde é se reconectar com a comida. “Na hora de se alimentar é preciso estar num ambiente mais tranquilo, comer mais devagar. Respirar. Tentar sentir o sabor dos alimentos. Isso te reconecta com o alimento”, explica Sado.

 

Essa reconexão é possível, segundo a especialista, quando a pessoa consegue entender que a fome é um desejo fisiológico e não afetivo. “Entender porque você está comendo? Tem pessoas que comem quando estão tristes, felizes, ansiosas”, conclui. 

 

Tipos de alimentos

Alimentos in natura ou minimamente processados – Não sofrem processo industrial, sem adição de outras substâncias. Exemplos: frutas, legumes, verduras, feijões, farinhas, carnes, ovos, leites, entre outros.

 

Ingredientes culinários processados– Estão incluídas as extrações de alimentos, como o açúcar, óleo e sal. 

 

Processados –  Alimentos modificados do seu estado original por meio de uma grande variedade de tipos de processamento, com diversas finalidades.  Exemplo: abacaxi em calda, queijos, pães franceses. Geralmente é possível reproduzir o alimento na sua cozinha.

 

Ultraprocessados São alimentos prontos para consumo, necessitando de aquecimento ou não, são formulações industriais feitas inteiramente ou majoritariamente de substâncias extraídas de alimentos (óleos, gorduras, açúcar, amido, proteínas), derivados de constituintes de alimentos (gorduras hidrogenadas, amido modificado) ou sintetizadas em laboratório com base em matérias orgânicas como petróleo e carvão (corantes, aromatizantes, realçadores de sabor e vários tipos de aditivos usados para dotar os produtos de propriedades sensoriais atraentes).Exemplos:  refrigerantes, salgadinhos de pacote, biscoitos recheados, bala, chiclete e sorvete.

 

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Jejum Intermitente: nutricionista explica mitos e verdades

 

Imagine ficar 14, 18 e até 24 horas sem comer para perder gordura. O jejum intermitente é uma das dietas mais citadas e comentadas na internet desde que começou a pandemia do coronavírus.  Além de ajudar no emagrecimento, a técnica com intervalos de longo prazo sem alimentação vem sendo apontada por especialistas em saúde como aliado para aumentar a imunidade. “Jejum intermitente não é para perder peso, mas perder gordura”, alerta a nutricionista Nany Sado que adota o método com alguns pacientes. 

“A técnica tem que ser acompanhada por especialista, seja nutricionista ou nutrólogo, com uma boa dieta e exercícios físicos para que a pessoa não perca massa magra”, explica Nany. A perda de massa magra provoca um processo chamado sarcopenia, que é quando o músculo enfraquece e vai perdendo a sua função. Isso acontece naturalmente por conta da idade e do envelhecimento, no entanto, dietas muito restritivas podem acelerar esse processo. “Quando a pessoa faz jejum intermitente e não pratica exercício físico ela pode perder massa magra. Nesse caso, é preciso uma boa dieta para evitar essa perda”, alerta a nutricionista. 

 

Diante dessas informações, Nany Sado responde alguns mitos e verdades sobre o jejum intermitente: 

 

1 – Apenas pessoas que praticam atividade física devem fazer jejum intermitente?

 

“Mito. Jejum intermitente é recomendado para qualquer pessoa e de preferência para quem pratica atividade física porque os estudos mostram que quando a pessoa não pratica atividade física ela pode perder massa magra, então, o ideal é que ela esteja fazendo alguma atividade física. Mas se essa pessoa não pode fazer atividade física com uma boa dieta e jejum intermitente é possível segurar essa massa magra. O jejum não é para emagrecer é para redução de gordura”. 

 

2- Homens e mulheres podem fazer o mesmo período de jejum?

 

“Mito. A mulher pode fazer entre 16 e 18 horas sem prejuízo de redução de massa magra usando os fitoquímicos (café e chá sem açúcar e sem adoçante) após 14 horas. No caso dos homens,  o ideal é que façam até 24 horas, incluindo os fitoquímicos após 14h do início do jejum”. 

 

3- A longo prazo o corpo se acostuma com o jejum intermitente e não perde mais gordura? 

 

“Mito. O jejum pode ser feito a longo prazo, mas sempre estipulado dentro da dieta e com atividade física. O corpo se acostuma com qualquer coisa. Quanto mais você fizer o estímulo diferente de dieta e exercício melhor é”. 

 

4-Treinar em jejum faz mal?

 

“Tem estudos que falam que vale a pena treinar em jejum, mas tem muitos mais estudos dizendo que não. Que não vale a pena. Eu, na minha prática clínica, não gosto que o paciente treine em jejum porque ele perde performance e não faz o treino com o mesmo rendimento como se tivesse ingerido um alimento, principalmente, fonte de carboidrato de baixo índice glicêmico. Eu defendo o treino com alimento de baixo índice glicêmico”. 

 

5- Quem faz jejum precisa se hidratar mais?

 

“Verdade. Mas o ideal é sempre hidratar. Tem uma conta bem simples de fazer e que ajuda muito. Basta multiplicar  35ml vezes o seu peso para saber a quantidade de água que você deve beber ao longo do dia. A quantidade de água ingerida por cada pessoa é diferente e individualizada. No caso do jejum intermitente, está liberada a ingestão de água, água com gás e água com limão. Elas não quebram o jejum”. 

 

6- Após ficar tantas horas com restrição, o corpo merece uma folga. Posso quebrar o jejum com alimentos calóricos: sanduíche, massa, doces?

 

“Mito. O ideal é quebrar o jejum com uma proteína e fibra. Se for o café da manhã é indicado um omelete com espinafre e chia. Já se a entrega do jejum for na hora do almoço o ideal é ingerir  uma salada, um vegetal cozido e um grelhado”.

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Magro de ruim: os segredos por trás da genética

Imagine comer sem engordar, não ser refém de um rígido estilo de vida que inclui dieta saudável e treinos. Sonho? Talvez para alguns. No entanto, o fator genético que torna algumas pessoas “magras de ruim” não garante que elas fiquem magras a vida inteira, nem tão pouco que sejam saudáveis. A nutricionista Nany Sado alerta para os riscos de pessoas com esse perfil terem alto índice de gordura no corpo ou desenvolverem a famosa “pochete”  (barriguinha) por ingerir alimentos calóricos. “Isso não quer dizer que se ela continuar comendo muito ela não vá engordar”, afirma. 

Um levantamento realizado por pesquisadores britânicos comparou o DNA de 1,6 mil pessoas saudáveis e magras com um índice de massa corporal (IMC) menor que 18. O estudo também avaliou pessoas gordas e pessoas com peso normal. A pesquisa concluiu que o segredo de ser magro está relacionado a fatores genéticos. Apesar disso, os estudiosos concluíram que 40% da estrutura do corpo é definida pela genética e os outros 60% pelo ambiente. “Está provado que fatores externos  favorecem mais a obesidade que a genética, ou seja, o estilo de vida, os hábitos alimentares, a prática de exercícios físicos tem mais influência que o gene”, alerta Nany. 

O “magro de ruim” tem o biotipo mesomorfo. O corpo é mais slim, tem o metabolismo mais rápido e tendência a comer menos. Apesar de todas essas “vantagens” a pessoa magra tem suas dificuldades. Uma delas é ganhar massa. “ Ela não ganha peso fácil e ela não ganha gordura fácil. Mas também ela não ganha músculo fácil”, constata a nutricionista. Nesse caso, para ganhar músculos, segundo Nany Sado, é preciso mais do que uma alimentação rica em carboidratos. “ A dieta tem que ser equilibrada com proteínas, carboidratos e lipídios bons. Além de vitaminas e minerais. Essa suplementação ajuda no ganho de massa e não de gordura”, informa. 

Se existe o “magro de ruim” também existe o “falso magro”,  que pode ser a mesma pessoa ou pessoas diferentes. É que o falso magro é aquela pessoa que aparenta magreza, no entanto, exames de composição corporal como Dexa, dobras ou BIA, revelam alta taxa de gordura no corpo. Esse biotipo é motivo de preocupação. “É um perfil que tem que ficar alerta com dislipidemia, pressão alta e sarcopenia – que é a perda de massa magra”, conclui. 

Os testes de composição corporal ajudam pessoas magras a descobrirem o percentual de gordura no corpo. Com ele, aliado a  visita ao nutricionista, fica mais fácil ter uma dieta personalizada e focada no ganho de músculos e na definição corporal saudável e sem sofrimento. 

 

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Síndrome pós-Covid pode ser minimizada com tratamento multiprofissional

Texto: Rafaela Carvello – Jornal A Redação 

Fadiga intensa, dor crônica, fraqueza muscular, dificuldade para respirar, déficits cognitivos, como alterações de memória e fadiga mental. Esses são alguns dos sintomas da Síndrome Pós-Covid que tem desafiado a comunidade médica e pesquisadores de diferentes áreas da saúde. O que se sabe, até o momento, é que alguns pacientes que foram infectados pelo novo coronavírus apresentam quadro de inflamação difusa e multissistêmica. “Sair do hospital ou ter alta médica não significa que este paciente está livre de tratamento”, alerta a nutricionista Nany Sado, que tem prestado atendimento a esses pacientes.

De acordo com a nutricionista, pessoas infectadas pela Covid-19 apresentam quadro oxidativo e aumento inflamatório. Mesmo após o tratamento da doença, ficam sequelas e elas devem ser tratadas com acompanhamento multiprofissional que engloba nutrição, fisioterapia e educação física. “O tratamento multiprofissional realinha o organismo. A fisioterapia fortalece a mobilidade e a respiração. A atividade física ajuda no fortalecimento muscular e combate a perda de massa magra (sarcopenia). E a nutrição devolve proteínas, vitaminas e sais minerais para o paciente”, afirma Sado.

Na segunda onda da Covid-19, o Brasil chegou a registrar 75 mil novos casos por dia. Só o estado de Goiás registrou mais de 8 mil mortes provocadas pela doença entre março de 2020 e fevereiro de 2021. Segundo o fisioterapeuta Thiago Vilela, o tratamento para o fortalecimento de pulmões e a devolução da mobilidade deve começar assim que o paciente sai do período de quarentena ou que tem alta hospitalar. “Nos casos mais graves o impacto é muito grande, não só na mobilidade, mas na funcionalidade de forma geral. Tem pacientes, por exemplo, que demoram muito tempo para conseguir fazer algumas ações básicas, tais como, tomar banho sozinho, fazer higiene pessoal, fazer caminhadas acima de cem metros”, relata.

A fraqueza para respirar e a perda de mobilidade provocada pela Síndrome Pós-Covid é uma característica comum em pacientes que passaram muito tempo em tratamento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Além desses fatores, o fisioterapeuta alerta para as repercussões neurológicas. “São pacientes que tiveram Covid, recuperaram e alguns meses depois tiveram AVC”, afirma Thiago Vilela. Outra queixa comum são dores musculares generalizadas, as chamadas mialgias.

Segundo a profissional de educação física Dayana Teodoro Mendes, a atividade física é importante e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), porém, o retorno aos treinos deve ser feito com moderação e após avaliação médica com exames de eletrocardiograma para verificar se o paciente não teve sequelas graves da doença. “O mais importante é não exigir demais do corpo após a síndrome. Se você já realizou alguma atividade antes de contrair o vírus, continue, porém, numa intensidade menor. Se não realizava, começar com exercícios leves e de menor duração”, informa.

Alimentação a favor da vida

Pacientes com Síndrome Pós- Covid devem ter uma dieta anti-inflamatória. Ela consiste numa alimentação com proteínas magras, mas de alto valor biológico. Alimentos com bastante fibras, de preferência os integrais. “As verduras e os vegetais ajudam a repor as vitaminas e os minerais antioxidantes. As frutas vermelhas escuras têm antocianinas que reduzem a neuroinflamação”, explica Nany Sado.

Outra dica importante é dar preferência aos alimentos orgânicos, sem o uso de agrotóxicos que prejudicam a saúde. Segundo a nutricionista, em alguns casos, a dieta equilibrada não basta, é necessário fazer suplementação alimentar. “Dependendo da alimentação do paciente é necessária a suplementação com vitaminas, minerais antioxidantes e proteína magra”, conclui Sado.

 

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Dieta anti-inflamatória ajuda a combater os sintomas do pós- Covid

Fraqueza, cansaço, dores musculares são sintomas comuns em pessoas que tiveram Covid-19. Uma dieta rica em alimentos anti-inflamatórios pode ajudar e muito na recuperação de quem já teve a doença. De acordo com a nutricionista Nany Sado, o coronavírus provoca um quadro de inflamação multissistêmica e a alimentação pode ser uma grande aliada no processo de cura. “O paciente que teve Covid passa por um estresse oxidativo muito grande.Ele precisa de proteína. E as nossas dietas atuais são muito inflamatórias. O excesso de gordura, o excesso de carboidrato simples, piora os parâmetros inflamatórios do paciente”, explica.

Dar prioridade às proteínas, também a alimentos ricos em ômega-3, polifenóis, carotenóides e flavonóides ajudam na produção de substâncias que reduzem inflamações. Segundo Nany Sado, essas substâncias não são encontradas apenas dentro de frascos farmacêuticos, mas em especial, na banca de verduras e frutas do mercado ou da feira. “As antocianinas a gente encontra nas frutas vermelhas escuras para reduzir a neuroinflamação. Além delas, o açafrão, os vegetais verdes-escuros e as frutas cítricas ajudam a fortalecer o sistema imunológico e reduz o quadro inflamatório”, afirma. 

Apesar dos benefícios das frutas e vegetais, escolher o alimento certo não basta. Saber como comer o alimento certo é o que faz diferença e traz resultados. A nutricionista explica que as frutas, por exemplo, devem estar presentes após as refeições ou nos lanches. Já as proteínas nas principais refeições do dia. Nesta lista, comer peixe de três a cinco vezes na semana também ajuda. “As pessoas têm que tomar cuidado apenas com o preparo. Porque alimentos saudáveis podem se tornar gordurosos e calóricos dependendo do preparo”, alerta. 

O paciente de pós- Covid costuma sair da doença com baixo peso e perda de massa magra, em especial aqueles que ficaram internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Ele tem esse quadro porque o sistema imunológico usa a proteína para a criação de anticorpos. Por isso, a importância de uma dieta rica em proteínas”, afirma Nany. Uma dieta rica em proteínas privilegia no cardápios alimentos como: carnes magras, peixe, ovo, leite desnatado, queijo branco, iogurte desnatado, azeite de oliva, dentre outros. 

 

Vegetais verde-escuros

Brócolis, couve, rúcula, espinafre e couve de bruxelas são ricos em vitaminas A e C que são anti-inflamatórios e antioxidantes. 

 

Peixes ricos em ômega-3

O salmão, atum, sardinha, arenque e cavalinha têm potente ação anti-inflamatória e são ricos em ômega-3. 

Frutas vermelhas

O morango, cereja, framboesa, amora, semente de romã, goiaba e melancia, são ricos em antocianinas que dão cor à fruta e têm ação anti-inflamatória e antioxidante.

Abacate

O abacate possui vários nutrientes anti-inflamatórios como carotenóides, tocoferóis, ômega-3, vitaminas A, C e E, que reduzem a produção de substâncias inflamatórias no organismo.

Frutas cítricas

A laranja, acerola, abacaxi, mexerica e limão, são excelentes anti-inflamatórios por serem ricos em vitaminas B e C e minerais como potássio, magnésio, fósforo e cobre, além de flavonóides e carotenóides, que agem diminuindo os danos nas células que podem causar inflamação.

 

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Faça as pazes com seu intestino

A Prisão de ventre é um distúrbio comum caracterizado pela dificuldade persistente para evacuar. O uso de analgésicos (principalmente narcóticos), cálcio e ferro em excesso, chocolate, uso excessivo de laxantes, antiácidos podem piorar a saúde do intestino. De acordo com a nutricionista Nany Sado, com a saúde do órgão em dia, outros sistemas do organismo também melhoram. “O intestino saudável favorece o sistema nervoso, imunológico, endócrino e ajuda a emagrecer”, declara.

Segundo especialistas em saúde, o normal é ir ao banheiro entre 3 e 12 vezes por semana. Não conseguir atender a esta frequência pode causar desconforto, distensão e inchaço abdominal. Além de mal-estar, gases e distúrbios digestivos. “Um intestino saudável possui uma maior colonização de bactérias benéficas que auxiliam nos processos de digestão e absorção de nutrientes. A microbiota intestinal saudável fortalece o sistema imunológico”, destaca Nany.

Segundo a nutricionista, a prisão de ventre tem motivos bem conhecidos, como uma dieta pobre em fibras, ignorar o desejo de ir ao banheiro repetidamente, não beber água suficientemente e a falta de exercícios físicos. “A água é o básico. E não é outro líquido como suco, leite, refrigerante. É água. Pelo menos 1,5l por dia”, afirma Sado.

Alguns alimentos são probióticos, ou seja, contém bactérias vivas que ajudam na saúde intestinal. Entre eles, estão: iogurte (leite fermentado);kefir (obtido a partir da fermentação de leite, água adoçada ou água de coco);kombucha (bebida feita a partir da fermentação do açúcar do chá preto);chucrute (conserva de repolho fermentado em água e sal). As bactérias vivas dos probióticos ajudam na melhor digestão e numa absorção eficiente dos nutrientes.

Alimentos amigos do intestino

-Legumes e Hortaliças
-Café e chá preto, verde e mate
-Água e sucos naturais
-Sementes
-Frutas
-Cereais integrais
-Iogurte com probiótico
-Leguminosas

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Dexa Fit Scan mostra o percentual exato de gordura do corpo

Quem treina todos os dias sabe que reduzir o percentual de gordura e aumentar a massa magra não é tarefa fácil. Principalmente quando não se tem uma noção exata desse percentual em cada parte do corpo e não se segue uma dieta adequada. Para ajudar pacientes a aumentarem a massa magra e reduzirem o percentual de gordura com saúde o   Centro de Radiologia e diagnóstico – CRD e a nutricionista Nany Sado , membro da American Society For Nutrition, da Sociedade Brasileira de Nutrição Estética e da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva,  trouxe para Goiânia a tecnologia do Dexa Fit Scan. Aparelho preciso que verifica exatamente o índice de massa magra, gordura e osso no corpo. “ Com ele é possível saber se a pessoa tem mais gordura no abdômen, quadril ou braço. Isso ajuda o educador físico a traçar o perfil de treino desse paciente. E também ajuda o  nutricionista a criar uma dieta adequada para que a pessoa tenha resultados mais rápidos”, afirma.

Um dos pacientes da nutricionista Nany Sado que já comemora os resultados é o atleta José Neto que coleciona uma série de medalhas por Goiás. No primeiro exame o judoca estava com  10% de gordura no corpo. Com a mudança na alimentação e na rotina de treinos  hoje o índice é de 7,2%. “Com o exame meu corpo foi scaneado,e indicou qual seria o melhor treino para perder gordura sem perder massa magra. Antes do Dexa eu tinha uma dieta voltada para manter as condições de treino. Depois que a Nany montou meu plano alimentar, consegui melhorar minha performance nos treinos e nas competições. ”, afirma.

A dieta do José Neto é rica em macro nutrientes em quantidades ideais para um atleta, além de vitaminas e minerais. “Ajustei a dieta dele para a redução de gordura e aumento de performance. Hoje ele ingeri muito mais alimentos que antes, para suprir seu gasto energético que é muito elevado, mas são alimentos saudáveis e nos horários certos”, afirma Nany Sado.

Com tão pouca gordura no corpo, além de dar inveja em muita gente, o judoca José Neto está longe de parar com a dieta. Ao contrário, está ainda mais focado na alimentação adequada e rotina de treinos porque almeja levar a bandeira de Goiás para as Olimpíadas. “ Eu comecei a treinar com 6 anos de idade e a competir profissionalmente aos 12 anos. De lá para cá ganhei 12 vezes o campeonato Goiano, fui bi campeão Brasileiro Regional e  campeão Brasileiro Nacional e vice da categoria adulta. Os planos pro futuro são de  conquistar campeonatos mundiais”, afirma.

DEXA FIT
O Dexa Scan é um scanner de última geração, capaz de aferir com precisão a composição corporal: massa muscular, gordura e osso. E mais, o resultado é dado por partes corporais: abdômen, pernas, braços. Assim, o Dexa tem sido um aliado importante não apenas das áreas de Nutrição e de Educação Física, mas também em outras especialidades médicas. Em Goiânia o exame é feito no Centro de Recursos e Diagnósticos (CRD).

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Vem verão, que estamos na medida certa

Entra ano e sai ano a preocupação com estar na medida certa para o verão acomete centenas de pessoas que desejam aproveitar o sol na beira mar ou na piscina. Neste ano com muito mais cuidados por conta da pandemia. Por falar em pandemia, pesquisas revelam que durante o período de isolamento social, quatro entre dez brasileiros ganharam peso. Eliminar as gordurinhas se tornou a meta de muita gente para 2021. O problema é que na guerra contra a balança muita gente faz dietas restritivas e prejudicam a saúde. “Estar na medida certa depende de reeducação alimentar e exercícios físicos. Dietas restritivas provocam o efeito sanfona de ‘engorda’ e ‘emagrece’. E isso faz mal ao corpo”, afirma a nutricionista Nany Sado.

Entre as principais ciladas das dietas para o verão, estão cortar grupos alimentares, substituir a água por chás ou sucos detox, comer muito menos que a necessidade do corpo, fazer dieta líquida por muitos dias. Nany Sado, explica os riscos.

Cortar grupos alimentares: “O correto é reduzir o grupo alimentar. Nunca cortar porque se você cortar um grupo vai ficar sem energia. Então, a gente nunca corta, mesmo numa dieta low carb a gente tem um pouco de carboidrato”, afirma.

Substituir a água por outras bebidas: “A Água nunca deve ser substituída, você pode colocar os chás durante o dia sem problemas. Se for um chá termogênico até umas três horas da tarde. Após esse horário, já começar nos chás mais calmantes para baixar o cortisol. Diariamente cada pessoa deve consumir 35 ml de água vezes o seu peso. Isso livre de qualquer outra bebida”, afirma.

Comer menos do que o corpo precisa: “ É uma estratégia da dieta. A dieta é feita abaixo da sua taxa metabólica basal porque se a gente colocar acima você não vai perder peso, vai engordar. Mas não podemos comer muito abaixo do que o corpo precisa porque a pessoa emagrece e não mantém o peso. Aí entra no efeito sanfona. Não é uma reeducação alimentar”, explica.

Dieta líquida: “ Pode ser usada de vez em quando. Pode ser uma estratégia colocada dentro de um plano alimentar previamente manipulado para você. Dependendo do plano que a gente faz pode colocar líquida. Não todos os dias, mas apenas num dia da semana”, informa.

Comer a cada 3 horas: “ Os tempos mudaram. Hoje não tem mais essa coisa de comer de três em três horas. A gente respeita a fome. Devemos honrar a fome. Não somos um robô que você tem que tomar café às 7 horas e tem que lanchar às 10h. O que devemos fazer é nos alimentar quando sentimos fome e tomar cuidado para não estender muito tempo entre uma refeição e outra para na hora de comer não estar com muita fome’, destaca.

Com tantas dicas, estar na medida certa para o verão exige um compromisso pessoal, disciplina e  força de vontade. “O segredo é começar de um verão para o outro. Praticar exercícios físicos. Reduzir carboidratos, principalmente os simples como, pizza, cerveja, biscoito, sanduíche, bolo. Reduzir as carnes gordas e ficar de olho na balança. Pesar segunda e sexta para avaliar a mudança de peso e tomar cuidado para não perder massa magra porque o organismo fica muito lento e a pessoa pode ter sarcopenia”, conclui.

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Dez mandamentos da chamada ‘nutrição gentil’: emagreça sem culpa

Fonte: Jornal A Redação 

Imagine ter como mandamentos “honrar a fome” e “fazer as pazes com a comida”. A proposta da chamada ‘nutrição gentil’ é curiosa e tem como objetivo estabelecer uma relação saudável com a alimentação. É o fim das dietas restritivas. Do “não pode isso”, “não pode aquilo”. Segundo a nutricionista Nany Sado, a nutrição gentil não é uma dieta, mas uma mudança de pensamento. “Ela muda a relação do paciente com a comida. É para pessoas que já tentaram várias dietas, que vem daquele efeito sanfona de engorda e emagrece. O paciente que adere a esse modelo melhora o paladar para entender quando a fome é emocional ou fisiológica”, explica a nutricionista.

Nesse contexto, a nutrição gentil se afasta da ideia de que o emagrecimento depende de restrições alimentares, substituindo a privação de alimentos por uma espécie de autoconhecimento em relação às necessidades físicas e emocionais. O mandamento “honrar a fome” não significa que a pessoa vai comer sempre que tiver vontade. Ao contrário, ele vai saciar a fome fisiológica, que é quando o estômago dá sinais de que precisa se alimentar.

“Muitas vezes a pessoa come não porque ela está com fome, mas para tirar uma dor ou porque ela está feliz. Ela precisa entender o gatilho. A fome fisiológica dói o estômago que você quer comer mesmo. E a fome emocional ela quer aliviar uma dor ou voltar no seu passado num momento de felicidade. Porque comida não só alimenta o corpo, mas são sensações”, destaca Nany Sado.

Considerada uma técnica associada ao estilo de vida a nutrição gentil pode ser associada a dieta, desde que não seja restritiva ao extremo e que estabeleça com a comida uma relação de equilíbrio, respeito e reeducação. De acordo com a nutricionista, isso ajuda principalmente pacientes que precisam perder muito peso.

“Quando montamos o cardápio adaptado colocamos uma alimentação dentro ou abaixo da taxa metabólica basal para que ele perca peso, mas não com muita restrição. Não com aquela culpa “você não pode comer chocolate nunca mais porque você vai engordar’. É crucial que o paciente entenda que ele não precisa deixar de comer nada”, afirma Nany. A nutrição gentil tem como pilares três perguntas: quando comer? por que comer? O que determinado alimento traz para minha vida? Esses questionamentos fazem com que as pessoas reflitam sobre a sua alimentação e, segundo a nutricionista, torna-se mais fácil permanecer magro.

Na nutrição gentil a relação do homem com o alimento começa ainda na infância. Na amamentação. Isso porque, é no peito da mãe que a criança adquire os primeiros hábitos alimentares. “Quando o bebê chora e a mãe dá o peito, ele associa a comida ao amor e o carinho. Para que não exista descontrole alimentar na vida adulta, por exemplo, a nutrição gentil ensina que se a criança tem que mamar de três em três horas, não deu três horas ela não vai dar comida. Ela vai dar carinho, atenção e depois ela vai seguir o relógio da comida para que a criança cresça entendendo que precisa dos horários para se alimentar”, ensina a nutricionista.

Ao longo da vida outros gatilhos podem suprimir o comer fisiológico pelo comer emocional, fator que pode ter como causa estímulos externos, tipo coma até o final, tem que limpar o prato. Por isso, a nutrição gentil restabelece essas conexões e propõe uma nova forma de se relacionar com o alimento. “Ele não é o vilão. Mas a forma como você se relaciona com o alimento o torna. A nutrição gentil é completa e ajuda na saúde física e mental”, conclui Nany.

Os dez mandamentos na nutrição gentil:

1.Rejeitar a mentalidade de dieta
2.Honrar a fome
3.Fazer as pazes com a comida
4.Desafiar o “fiscal alimentar”
5.Sentir saciedade: Saber identificar o momento em que se está satisfeito
6.Descobrir o que causa satisfação
7.Lidar com as emoções sem usar a comida: Aprender a gerenciar os sentimentos
8.Respeitar o próprio corpo
9.Exercitar-se
10.Nutrição gentil: As escolhas alimentares são feitas para honrar o corpo, a saúde e o paladar, não devem seguir padrões estabelecidos.

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Acerte nos alimentos e tenha uma pele bonita e sem manchas

Quem não gostaria de ter uma pele livre de manchas, rugas e até marcas de expressão? Muita gente pensa que para conseguir esse resultado só com muito creme e tratamentos estéticos. No entanto, um dos principais aliados a pele bonita é a alimentação. A nutricionista Nany Sado explica que é com os alimentos corretos que o organismo absorve vitaminas e minerais para deixar a pele saudável.

 

Os vilões da pele, segundo ela, são os alimentos processados. “Sabemos que a comida ultraprocessada ou com muito açúcar provocam acne. Além disso, a deficiência de zinco também pode piorar a acne. E na parte de celulite, alimentos com muita gordura, falta de atividade física, não tomar água pode piorar bastante a saúde da pele”, afirma Nany. 

 

Um dos sinais mais indesejados na pele são as temidas celulites. Elas são uma inflamação do tecido e costumam aparecer quando a pessoa ganha peso. “Quem já tem uma genética de acúmulo de gordura, na perna pode piorar. O paciente que não tem quando ele começa a ganhar peso ele começa a ter essa celulite, principalmente, na parte posterior da coxa”, explica. O segredo é ingerir alimentos anti inflamatórios ou com gorduras boas que contenham betacaroteno, vitamina C, ômega 6, ômega 3 e vitamina E. 

 

Na lista de alimentos anti inflamatórios estão frutas vermelhas, morango, amora e framboesa, salsão (é um vegetal que possui mais de vinte compostos anti-inflamatórios), óleo de peixe, folhas verdes, linhaça, chia e gengibre. O betacaroteno protege a pele dos raios UVA e UVB e ele está presente na cenoura, mamão, manga, batata doce, brócolis e espinafre. A vitamina C é importante para a formação de colágeno, o que deixa pele mais firme. Os campeões em vitamina C são a laranja, o limão, o kiwi e a tangerina.

 

O ômega 6 repara a pele e reforça a barreira cutânea. Ele está presente na avelã, amêndoas e nozes. Já o ômega 3 mantém dos lipídios da pele e previne a acne e o desenvolvimento de psoríase e alergias cutâneas. O ômega 3 pode ser encontrado na sardinha e no salmão. A vitamina E, assim como o ômega 6, também pode ser encontrado nas amêndoas. Ela ajuda a nutrir, a reparar a pele e a reforçar a barreira cutânea. Com tantas opções, nem dá para reclamar que não é possível cuidar da pele. A dica na nutri é: saboreie sem moderação. 

Nany Sado - Doctoralia.com.br